(11)978084760

NO AR

Em definição ainda.

Com Sandro Moraes

GERRA - ORIENTE MÉDIO

Posicionamento do Brasil após ataques de EUA e Israel ao Irã irrita governo americano.

Brasil pede negociação e evita se alinhar totalmente aos países envolvidos no ataque

Publicada em 01/03/26 às 04:29h - 941 visualizações

por Rede Massa


Compartilhe
 

Link da Notícia:

 (Foto: Sandro Moraes)

O Brasil deve adotar postura cautelosa em relação aos ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã. Esse comportamento é explicado por um cenário em que o governo brasileiro conduz negociações tarifárias com os americanos e tem nos iranianos um aliado que forma o Brics, grupo de nações do chamado Sul Global.

Especialistas avaliaram as relações internacionais e relatam que o Governo Americano se irritou com as informações que chegam referente a posição do Brasil quanto ao ataque. Na manhã deste sábado, o governo brasileiro emitiu um comunicado em que condena a ofensiva e defende negociações como caminho para a paz.

Negociação é a “posição tradicionalmente defendida pelo Brasil na região”, diz a nota do governo, divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores.

“O Brasil apela a todas as partes que respeitem o direito internacional e exerçam máxima contenção, de maneira a evitar a escalada de hostilidades e a assegurar a proteção de civis e da infraestrutura civil”, completa o comunicado.

Mesmo em meio a negociações sobre o futuro do programa nuclear iraniano, os Estados Unidos realizaram uma ofensiva militar contra alvos no território iraniano. Israel também executou ataques.

O Irã retaliou com o lançamento de mísseis a países vizinhos que ostentam bases americanas. O país do Oriente Médio sustenta que o desenvolvimento de tecnologia nuclear tem fins pacíficos.

Cautela

O professor Feliciano de Sá Guimarães, do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (USP), defende que o Ministério das Relações Exteriores brasileiro tem que encontrar uma “posição intermediária” entre Irã e Estados Unidos.

“Como o Irã agora é um membro dos Brics, o Brasil se coloca em uma posição difícil de criar um tipo de posição em que não seja abertamente contra o Irã e não seja abertamente contra os Estados Unidos, dado que o Brasil tem essa negociação com os Estados Unidos”, avalia.

Há a expectativa de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontre com Trump nos Estados Unidos, no fim de março e a preocupação de integrantes do governo é que essa posição de Lula possa afetar a visita a Casa Branca.




ATENÇÃO:Os comentários postados abaixo representam a opinião do leitor e não necessariamente do nosso site. Toda responsabilidade das mensagens é do autor da postagem.

Deixe seu comentário!

Nome
Email
Comentário
0 / 500 caracteres


Insira os caracteres no campo abaixo:








LIGUE E PARTICIPE

(11)94318-1679

Visitas: 2128636
Copyright (c) 2026 - Sandro Moraes - GRUPO MORAES DE COMUNICAÇÃO
Converse conosco pelo Whatsapp!